Acre acende alerta sobre o sistema funenário não estar pronto para atender as vítimas da Covid-19


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O Acre enfrenta o que talvez seja a maior crise da saúde em sua história, já são mais de 1300 casos confirmados de Covid-19 e 40 mortes. Em março, o então ministro da saúde, Henrique Mandetta, em um telefonema chegou a alertar o governador Gladson Cameli para que colocasse as funenárias do Acre em alerta.

Na época, o Acre ainda contava com poucos casos e um colapso na saúde era uma realidade que parecia distante, mas com a região Norte caminhando para ser o novo epicentro da doença no país acende de vez o questionamento se as empresas do ramo do Estado estão preparadas para atender as vítimas do coronavírus, já que o aumento dos óbitos pode resultar em um colapso no sistema funenário.

O medo é que o Acre chegue ao nível do que aconteceu no estado vizinho, o Amazonas, primeiro a ter o sistema de saúde estrangulado por falta de vagas em leitos e UTIs, 1.130 óbitos a mais foram registrados desde o registro do primeiro caso do novo coronavírus, causando uma verdadeira correria em toda rede funerária.

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Anderson Siqueira

Editor-chefe, escritor, professor de idiomas e assina o Blog do Siqueira
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