Acampamento Terra Livre se reuniu hoje para tratar sobre indígenas urbanos com coronavírus


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Nesta segunda-feira (18), às 15h, integrantes do Ministério Público Federal, Defensoria Pública Federal e Estadual e lideranças indígenas de todo o país se reuniram através do aplicativo Zoom para tratar sobre indígenas urbanos que estão vulneráveis à Covid-19.

O Acampamento Terra Livre (ATL), é um evento da Associação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e acontece todos os anos em Brasília, reunindo indígenas do país inteiro para discutir a política nacional para os parentes e buscar caminhos para resolução das dificuldades de cada povo e região. Devido a pandemia de coronavírus, esse ano o evento ocorre de maneira virtual.

Segundo o ativista pelos povos indígenas do Acre, o biólogo Vanderson Brito, os indígenas que vivem na capital acabam deixando de receber a assistência que tem direito pelo simples fato de terem saído das aldeias para buscar estudar, se aperfeiçoar. “São milhares de parentes que vivem em Rio Branco, a grande maioria são jovens que vieram estudar afim de voltar levando melhorias para as comunidades em que nasceram. Continuam tendo seus direitos a saúde, educação como lhes é garantido.”, disse

O coordenador Toya Manchineri disse que no dia 30 de abril, o Acampamento Terra Livre se reuniu com objetivo de dialogar sobre o isolamento social e a prevenção contra o coronavírus para povos indígenas. Infelizmente, os parentes que residem na cidade de Rio Branco estão sendo contaminados e não estão tendo atendimento necessário para se curar desse vírus, diante dessa preocupação foi convocada uma reunião emergencial para tratar sobre o papel da Secretaria de Saúde Indígena em relação a prevenção e informação sobre a Covid-19 e as formas de assistir aos parentes já contaminados.

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Anderson Siqueira

Editor-chefe, escritor, professor de idiomas e assina o Blog do Siqueira
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