Deputado Cadmiel Bomfim “cai” bem na hora de votar a favor ou contra a gratificação para militares durante a pandemia


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A Comissão Especial da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), criada para apreciar os vetos do governador Gladson Cameli (PP) a dispositivos de ementas parlamentares se reuniu na tarde desta terça-feira (19) para decidir acerca da manutenção ou derrubada dos vetos governamentais em dois projetos de autoria do deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB).

O primeiro deles, que versa sobre a suspensão dos consignados e o segundo, por sua vez, que trata da rubrica de um determinado valor do crédito especial para combate à covid-19 solicitado pelo executivo para gratificar durante a pandemia profissionais da saúde e da segurança pública.

O voto do relator, deputado Gehlen Diniz (PP) foi pela inconstitucionalidade da matéria, seguido da sustentação oral de Edvaldo, autor do PL, que conclamou o deputado Cadmiel Bomfim (PSDB), também policial militar, a votar a favor dos militares do estado.

Ocorre que, logo na hora de votar, o deputado da base Cadmiel Bomfim “caiu” da reunião remota das comissões e não pode expor seu voto, contra ou a favor da gratificação para a segurança pública.

“Ele teve problemas de conexão, me mandou uma mensagem avisando”, justificou o líder do governo. Imediatamente o deputado Daniel Zen (PT), também presente na reunião argumentou: “ele pode votar por mensagem”. Gehlen desconversou e a reunião seguiu. A proposta foi derrubada e o veto do governador Gladson Cameli chancelado pelos deputados Gehlen Diniz (PP), Marcus Cavalcante (PTB) que votaram pela manutenção do veto, Roberto Duarte (MDB) pela derrubada.

A matéria seguirá para o plenário da Casa para apreciação dos demais deputados.

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Redação

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