Assembleia de Deus se diz surpresa com representação do MPF e responsabiliza mídia local por querer ‘denegrir’ sua imagem

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A diretoria geral da igreja Assembleia de Deus em Rio Branco divulgou nota nesta terça-feira (30) se dizendo surpresa pelo envio ao Ministério Público do Acre de uma representação pelo Ministério Público Federal (MPF) devido a instituição religiosa ter desrespeitado o decreto estadual e municipal de isolamento social e feito uma reunião para aproximadamente 120 pessoas, no dia 18 de junho, aglomeração que foi inclusive confirmada pelo próprio pastor Luiz Gonzaga.

A proibição dos cultos religiosos foi reforçada pelo governo, que vetou o Projeto de Lei de autoria da deputada estadual Dra. Juliana (Republicanos), que visava classificar a atividade como de caráter essencial, portanto, a prática da igreja foi algo que contrariou uma determinação das autoridades, se caracterizando como aglomeração em plena pandemia. Em imagem divulgada da reunião, é possível ver os fieis sem máscaras e despreocupados com a situação.

No mesmo documento, a igreja acusa a mídia local de ser parcial e querer constantemente ‘denegrir’ a imagem da Assembleia de Deus em Rio Branco, mesmo estando os veículos de comunicação apenas cumprindo seu papel de veicular notícias e informar a população que em sua maioria tenta cumprir o isolamento social para que em conjunto possamos vencer a crise do novo coronavírus que atinge o mundo inteiro e somente no Estado do Acre já contaminou mais de 13 mil pessoas, com 365 mortes.

Confira a nota:

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