QUEM AGUENTA?

Prepare o bolso: gasolina, diesel e gás de cozinha ficam ainda mais caros nesta semana


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Quem for abastecer o carro ou comprar um botijão de gás nesta terça-feira (6), deve notar uma diferença nos preços, já que os reajustes anunciados pela Petrobras na tarde de ontem (5) entraram em vigor.

Segundo a Petrobras, a gasolina terá um aumento em média de 16 centavos o litro nas refinarias, em Rio Branco, ela o litro é vendido ao consumidor final por uma faixa média de R$ 6,30. Nas refinarias, o litro sairá a um custo de R$ 2,69.

O diesel tem reajuste médio de R$ 0,10 (3,7%) por litro, e passa a custar R$ 2,81 nas refinarias. O gás de cozinha (GLP) para as distribuidoras sobe R$ 3,60 por quilograma (kg), refletindo um aumento médio de R$ 0,20 por kg.

Segundo a Petrobras, os reajustes acompanham a elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo e derivados, tema que já foi pauta em plenário da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) pelo deputado Luís Tchê (PDT), que ao comentar que o litro da gasolina havia chegado a R$ 8,20 em Marechal Thaumaturgo durante o mês de março, explicou um pouco da polêmica que envolve o preço dos combustíveis no Brasil:

— “Essa história começou lá em 2016 no governo Michel Temer [MDB], isso tem que ser dito, as pessoas precisam saber de onde saiu. [Foi naquele governo] Que a Petrobrás alterou a sua forma de definir os preços dos derivados de petróleo, até aquele momento [a Petrobrás] levava em consideração a remuneração do capital e do custo nacional. Com Temer, o valor passou a ser indexado com o valor do dólar e o valor do barril internacional, estão dolarizando o combustível brasileiro”.

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A Petrobras também informou que evita repassar imediatamente a volatilidade externa aos preços do mercado interno, mas busca o equilíbrio de seus valores com o mercado internacional e a taxa de câmbio.

Até chegar ao consumidor final, os preços cobrados nas refinarias da Petrobras na venda às distribuidoras são acrescidos de impostos, custos para a mistura obrigatória de biocombustível, margem de lucro de distribuidoras e revendedoras e outros custos.

“Para o GLP especificamente, conforme Decreto nº 10.638/2021, estão zeradas as alíquotas dos tributos federais PIS e Cofins incidentes sobre a comercialização do produto quando destinado para uso doméstico e envasado em recipientes de até 13 kg”, explica a Petrobras, que acrescenta que, no caso do GLP, o preço final é acrescido do custo de envase nas distribuidoras.

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Redação

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