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CHARGE: O apocalipse digital — por Daniel Cabral


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O Apocalipse Digital — de Daniel Cabral para o Correio 68

Prefácio de Anderson Siqueira

Daniel Cabral foi oportuno ao expressar em desenho a angústia de milhões de pessoas não só do Brasil, como do mundo, que se descobriram ‘Zuckerbergdependentes’. A palavra não tem nada de alemã, Mark Zuckerberg é o jovem que ficou bilionário ao descobrir como dominar a internet e a comunicação das pessoas após criar o Facebook em 2004.

Vendo o retorno financeiro que as plataformas digitais davam, Zuckerberg comprou o Instagram em 2012, apenas 2 anos após seu lançamento, em 2010. Em pouco tempo, os criadores do Instagram venderam a ideia para o magnata do Facebook por 1 bilhão de dólares.

Dois anos depois, uma outra plataforma a ser adquirida pelo jovem seria o WhatsApp, lançado em 2009 e rapidamente substituiu o MSN Messenger, de Bill Gates, para os brasileiros. Curiosamente, o WhatsApp é muito pouco utilizado nos Estados Unidos, seu país de origem, onde a população prefere o Messenger, que adivinhem… Também é de Mark Zuckerberg.

O apocalipse causado pelo surto da falta de 3 das principais plataformas utilizadas pelos brasileiros criou histeria pelos quatro cantos do país. Muitos empresários perderam venda e muitos fofoqueiros perderam suas fofocas. Por sorte, o Twitter permaneceu firme e forte e o povo ainda contou com o “WhatsApp genérico”, o Telegram, que apesar de bem mais completo, fica sempre em segundo plano.

Mas se foi difícil para você, para Zuckerberg também não foi um dia bom, ele perdeu uma fortuna equivalente a 7 bilhões de dólares, um valor 7 vezes maior do que o que pagou pelo Instagram. Mas não precisa ficar com pena, o máximo que aconteceu foi perder o posto de 4º homem mais rico do mundo e ir para 6º com uma fortuna nada mais e nada menos que 120 bilhões de dólares. Dá tempo para chorar pelo leite derramado?

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Daniel Cabral

Desenhista, chargista, criador de fanzines, quadrinhos independentes e mangás, já 'cabralizou' no Acre, Rondônia e no Mato Grosso.
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