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Deputados do PT comemoram decisão do STF de suspender ‘orçamento secreto’ e citam Marcio Bittar: “acabou a mamata”


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A votação no Supremo Tribunal Federal (STF) que decide sobre a suspensão do chamado ‘Orçamento Secreto’, como ficaram conhecidas as emendas parlamentares pagas na modalidade “emendas de relator” só termina no fim da noite desta quarta-feira (8), mas o placar parcial de 7 a 2 praticamente bate o martelo contra o governo Jair Bolsonaro (sem partido).

Segundo denúncias apresentadas pelo jornal Estadão, o presidente tem usado esses recursos para garantir o apoio de parlamentares do Centrão ao governo.

Ao contrário das emendas individuais, que seguem critérios bem específicos e são divididas de forma equilibrada entre todos os parlamentares, as emendas de relator não seguem critérios usuais. Na prática, a destinação dos recursos é definida em acertos informais entre parlamentares aliados e o governo federal. Por isso, esses repasses são alvo de críticas de especialistas.

Grande defensor da medida, o senador Marcio Bittar (MDB) foi alvo de críticas de deputados petistas e foi citado nas comemorações pela decisão do STF. Na terça-feira (8), Bittar alfinetou o partido ao dizer que fez mais em 2 anos como senador do que outros governos fizeram em 20″.

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O deputado federal Leo de Brito, chamou as emendas de relator de “Bolsolão”, em referência ao ‘Mensalão’, como ficou conhecido o escândalo de compra de votos que ameaçou derrubar o governo de Lula, em 2005. Dizendo na legenda: “acabou a mamata”, outra expressão comumente usado contra governos petistas.

Já o deputado estadual Daniel Zen, supôs que o senador utiliza a verba das emendas para financiar a campanha de sua ex-esposa, Marcia Bittar, pré-candidata ao Senado:

 

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Anderson Siqueira

Editor-chefe, escritor, professor de idiomas e assina o Blog do Siqueira
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