POLÍTICA

Reforma administrativa de Bocalom prevê aumento de gastos em R$ 15 milhões, volta de secretarias e aumento de salários


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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PP), pretende aumentar os gastos em R$ 15 milhões ao ano com a reforma administrativa que foi enviada à Câmara de Vereadores.

Nela, o prefeito prevê o aumento do próprio salário, da vice e dos secretários em 30%. Atualmente Bocalom recebe pelo cargo o valor de R$ 17,5 mil e a vice-prefeita Marfiza Galvão (PSD) e os secretários recebem R$ 12,4 mil.

A reforma proposta por Bocalom deve voltar com 60% do total de cargos que tinham sido extintos pela ex-prefeita Socorro Neri, quando assumiu o cargo em 2018, quando ela extinguiu 12 órgãos e exonerou secretários, diretores e ocupantes de cargos comissionados com o objetivo de reduzir os gastos da máquina pública em R$ 12,8 milhões.

Críticos da reforma estão os vereadores Michelle Melo (PDT) e Emerson Jarude (MDB), que se manifestaram em seus perfis no Twitter.

A médica criticou a destinação de verba para criação de assessorias especiais ao invés de aumento para a classe médica, que segue em greve na capital e a contratação de professores:

Já o advogado questionou a quem a reforma irá ajudar, se é a população ou os interesses políticos.

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Anderson Siqueira

Editor-chefe, escritor, professor de idiomas e assina o Blog do Siqueira
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